domingo, 5 de maio de 2013
Baião de Nós na Carta Capital
sexta-feira, 29 de março de 2013
Repercussão
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Baião de Nós no site Ziriguidum
Tiago Araripe mostra seu universo artístico particular
Compositor pernambucano lança novo trabalho depois de 30 anos
A relação de Tiago com Zeca é a semente desse novo álbum. Fã do disco anterior de Tiago, Zeca relançou o álbum por seu selo Saravá Records em 2008, trazendo de volta o artista para a música. O LP Cabelos de Sansão foi originalmente lançado pelo histórico selo Lira Paulistana na sequencia da estreia de Itamar Assumpção. Antes Tiago Araripe já trazia compactos em sua história, sendo que o primeiro, de 1974, foi dividido com Tom Zé.
Nesse novo trabalho Tiago mostra que sua pena de poeta continua afinada. Logo nos primeiros minutos do disco apresenta versos espertos: "Eu quero saber / A quantas anda você / Se está zen ou deprê / Up to date ou demodée". Segue uma coleção de canções livres e surpresas poéticas. Como em Canção do silêncio: "A menor distância / Entre a palavra e o silêncio / Só o pensamento pode percorrer / Só o pensamento". Ou em No centro do furacão: "Meu coração / Tem semelhança com as bicicletas / Se equilibra quando estou em movimento / Pois é tranquilo / O centro do furacão". Tiago assina parcerias com Paulo Costa e Zeca Baleiro, que também participa da faixa-título.
Assim como São Paulo, Recife - onde vive - também é polo de vanguarda (que o Brasil ainda precisa descobrir). A música de Tiago Araripe junta influências de ritmos populares de sua Crato natal com o ambiente moderno pernambucano da década de 70 e com o cenário artístico paulistano. A Lira de Tiago Araripe é criativa e particular, desde sua música até seu canto. A mistura desse Baião de nós não tem receitas, é preciso provar com ouvidos abertos.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
O baião do Baião
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Baião de Nós - O Making Of
Bastidores das gravações e trechos de faixas do CD Baião de Nós, de Tiago Araripe, com depoimentos dos produtores musicais (Zeca Baleiro e Araripe). Distribuição do disco: Candeeiro Records. Patrocínio: Muzak e Link Comunicação e Propaganda. Incentivo: Funcultura, do Governo de Pernambuco. Mais informações na fan page Baião de Nós.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Muita mensagem não vale um click
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Sacudindo a poeira de 30 anos
terça-feira, 8 de maio de 2012
Experimentações e um sotaque brasileiríssimo


Texto e fotos do jornalista Augusto Pessoa, feitos com exclusividade para a edição de abril da Revista Continente. O áudio da entrevista feita com Baleiro e Araripe pode ser ouvido aqui.
terça-feira, 7 de junho de 2011
No palco da Fundação Casa Grande
Registro da minha participação na Cariri - Mostra Musical Ibero-Americana (Teatro Violeta Arraes, Fundação Casa Grande).
Na primeira foto, ao cantar Baião de nós (parceria com Zeca Baleiro) acompanhado por Abanda (Samuel Macedo, guitarra; Hélio, bateria; Aécio, baixo), além de Paulo Brandão no violão e André Magalhães na percussão.
Aqui, com Arthur de Faria ao piano, numa releitura de Redemoinho, uma das músicas de Cabelos de Sansão.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Paredes da memória
DISCOS Música e memória
Diário do Nordeste, 12/9/2010
Mesmo em tempos de Internet e MP3 facilitando o acesso à música, muitos discos do passado jamais chegaram às novas gerações
No início dos anos 90, a popularização do CD praticamente sepultou as mídias anteriormente utilizadas para a música, como as fita de rolo e cassete e os discos de vinil e de cera. Estes ficaram relegados aos ouvidos dos privilegiados que ainda insistem em escutar música em antigos gravadores, picapes ou gramofones. Com essa realidade, muitas composições de artistas do passado que foram gravadas nas mídias citadas, e com o registro analógico, jamais chegaram sequer ao CD e seguem inacessíveis às novas gerações, em plena era da informação.
No que se refere aos discos que foram lançados por gravadoras e que já chegaram ao CD, algumas iniciativas isoladas merecem ser citadas, como as implementadas por Charles Gavin, músico da banda Titãs que também mantem um programa de TV no Canal Brasil - "O Som do Vinil" - e Marcelo Fróes, jornalista e escritor que pesquisou e relançou arquivos de artistas da MPB, da Jovem Guarda e do rock, como Renato Russo. E mais recentemente trabalha também no ramo para o Selo Discobertas. Ao lado de Guto Graça Mello, Fróes produz para um lançamento previsto para dezembro próximo um box intitulado "Pra Sempre", com a obra de Roberto Carlos, trazendo músicas dos discos de 78 rotações registradas entre 1960 e 1962, além do disputado LP "Louco por você", inédito oficialmente em CD, álbum renegado pelo próprio Rei.
Memória no Ceará
Os artistas da música do Ceará desde a Era de Ouro da MPB, como Gilberto Milfont, Catulo de Paula e o grupo 4 Ases e 1 Coringa, jamais tiveram oficialmente seus discos lançados em CD. Já outros do porte dos Índios Tabajaras tiveram duas coletâneas lançadas pelo Selo Revivendo. Parte da obra do compositor Lauro Maia foi disponibilizada para o público através de iniciativa do músico e produtor Calé Alencar e do Arquivo Nirez, inicialmente num vinil duplo em 1993 e depois, já em CD, em 1998, incluindo novas gravações da obra de Lauro.
Ainda sob a batuta de Calé Alencar, duas outras edições importantes para a cultura do Ceará foram recuperadas do vinil para o CD. Em 1996, o então LP coletivo "Terra da Luz", lançado originalmente na década de 60 e que reuniu, entre outros, Evaldo Gouveia, Vocalistas Tropicais e Mário Alves Também de 1996 é o álbum "Filgueiras Lima - Poesia", na voz do próprio autor e que tem a flauta do francês Pierre Chabloz, estimulador maior da obra do artista plástico cearense Chico da Silva.
Ainda no catálogo idealizado por Calé está a série "Coleção da Memória do Povo Cearense", com os discos atualmente composta dos discos: "Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto" (1998), "Cego Oliveira" (1999), em parceria com Rosemberg Cariry, "Patativa do Assaré" (2000), "Penitentes de Barbalha" (2000), "Maracatus e Batuques"
(2001), "Caixa Patativa" (CD duplo de 2004), "Viva Patativa" (2005) e "Vocalistas Tropicais" (2006).
Outro grande destaque, já na cena nacional, foi o lançamento também em CD do disco "Cabelos de Sansão", do cantor e compositor cearense Tiago Araripe, gravado em 1982, em São Paulo, e reeditado em 2008 pelo selo "Saravá", do maranhense Zeca Baleiro.
Discos esperam por relançamento
Grupo que está presente na cena lítero-musical cearense desde 1974, o Quinteto Agreste ainda não tem sua obra completa oficialmente disponível digitalizada. Apenas com um CD lançado, o álbum "Caminhando sempre", de 2005, os integrantes do grupo gravaram, ainda nos tempos do vinil, um compacto-simples, em 1980, e os LPs "Sol maior" (1982) e "Pássaro de Luz" (1986). Todos permanecem inéditos em CD.
Sobre as dificuldades para esses discos serem relançados oficialmente, os integrantes atuais do Quinteto Agreste, grupo que se tornou bastante popular no Ceará nas décadas de 70 e 80 por apresentações em espaços como o Projeto Luiz Assunção (de shows itinerantes por Fortaleza) e o antigo Teatro da Emcetur, e ainda em shows pelo Interior do Estado, afirmam que faltam editais de apoio e projetos específicos para permitam esse tipo de ação. "Contamos com patrocínio para lançar os discos de forma alternativa, nos anos 80", recorda o cantor e compositor Arlindo Araújo.
O rock do Peso
Uma banda de blues/rock bastante emblemática no cenário nacional na primeira metade da década de 70 foi O Peso, que tinha como vocalista e compositor Luiz Carlos Porto. O grupo também contava com Gabriel O´Meara (guitarra), Carlinhos Scart (baixo), Constant Papineanu (piano) e Geraldo D´Arbilly (bateria). O único LP da banda em sua formação original de 1975, o álbum "Em busca do tempo perdido", até pouco tempo era relíquia de colecionadores, disputado num preço exorbitante por quem se interessasse, em sebos. O CD foi lançado em 2009 selo especializado em relançamentos, o Museu do Disco, parceria do colecionador Valmir Zuzzi. Trata-se de mais um exemplo da necessidade de mais registros para a preservação da memória da produção musical cearense.
NELSON AUGUSTO
REPÓRTER
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Jacinto Silva no programa Biotônico, da Rádio UOL
A edição nº 11 do programa Biotônico, tocado por Zeca Baleiro, Celso Borges e Otávio Rodrigues, já está no ar pela Rádio UOL. E traz três faixas do CD Jacinto Silva. No coração da gente.Confira abaixo a programação completa. E para ouvir, clique aqui.
07/09/2010 - Biotônico - nº 11
Bem coisa nossa, esta edição do programa traz interferências telefônicas de Celso Borges e um bate-papo cabeça com o poeta e escritor Bráulio Tavares.
1) (3:48) “Aquela Rosa” (Jacinto Silva) – Margareth Menezes
2) (5:28) “Justiça Divina” (Onildo Almeida) – Tiago Araripe
3) (7:24) “Coco do Gago” (Jacinto Silva) – Tom Zé
INVASÃO – primeira dose (9:02)
Desta vez, papo no estúdio com o poeta, escritor e letrista Bráulio Tavares, que começa falando de seu trabalho como roteirista dos Trapalhões.
4) (13:46) Marco Marciano (Lenine e Bráulio Tavares) - Lenine
JINGLE ANTIGO
5) (16:46) Nugget
É O CARA (17:19)
Nova seção faz foco em fabulosos personagens da música popular brasileira e também do Estrangeiro. Na estreia, agora sem acento, uma breve digressão sobre o venerando cantor Alcides Gerardi.
6) (17:59) “Cabecinha no Ombro” (Paulo Borges) – Alcides Gerardi
INVASÃO – segunda dose (20:00)
Bráulio Tavares fala da parceria com Chico César...
7) (22:16) “Teofania” (Chico César e Bráulio Tavares) - Chico César
...então comenta a música que fez pra Elba e...
8) (27:22) “Caldeirão dos Mitos” (Bráulio Tavares) – Elba Ramalho
...finalmente dá uma filosofada sobre contatos com civilizações intergalácticas.
9) (31:23) O Dia em Que Faremos Contato (Lenine e Bráulio Tavares) – Lenine
VITROLA (34:15)
O álbum Paulo Sérgio Volume 4, emblemático cantor que começou imitando Roberto Carlos e terminou cantando em circos.
10) (35:44) “Não Creio em Mais Nada” (Totó) – Paulo Sérgio
SEBO DO CB (37:13)
Uma saudação à airosa cidade de São Luís, capital do Maranhão, que agora em setembro completa 398 anos.
11) (38:16) “Louvação a São Luís” (Bandeira Tribuzzi) + “Em Silêncio Descobri Essa Cidade no Mapa” (Herberto Hélder) – leitura Celso Borges
BGs
“No Politician” (Rico Rodriguez) - Rico Rodriguez
“Caboclinho” (Hermeto Pascoal) - Robertinho do Recife
“Chop and Quench” (Fela Kuti) - Fela Kuti
B I O T Ô N I C O
FARMACÊUTICOS RESPONSÁVEIS
Celso Borges, Otávio Rodrigues e Zeca Baleiro
QUÍMICO
Leonardo Shina
FALE COM NOSSO LABORATÓRIO
radiobiotonico@uol.com.br
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Cabelos de Sansão, um disco "atemporal e inovador".


Artigos
Lira Paulistana, 30 Anos
Daniel Brazil
Novembro de 79 é o marco histórico de fundação do Lira Paulistana. Beleléu, o disco de estréia de Itamar Assumpção, marcou o início do selo (porque já era um conhecido teatro, espaço cultural, palco de shows e agitos). O porão da Praça Benedito Calixto marcou uma espécie de Renascença da música paulista, abrindo espaço para vários estilos.
Final de ditadura, fim dos movimentos organizados em torno de uma militância estética. O leque se abria, em várias direções. Tinha a música experimental de Arrigo, que nunca tocou no Lira, mas cujo baixista era Itamar. As cantoras Ná Ozetti, Cida Moreira, Vânia Bastos, Eliete Negreiros, Suzana Sales, Neuza Pinheiro, Tetê Espíndola e Virginia Rosa passaram por lá, colorindo ainda mais a paleta de estilos. Tiago Araripe (Cabelos de Sansão) fazia um pós-tropicalismo com uma nova poética, que viria influenciar gente como Zeca Baleiro. Tanto é que o maranhense fez questão de relançar o “Cabelos” em CD, pelo seu Saravá Discos (2009). Aliás, um disco que merece ser (re)descoberto e (re)ouvido, atemporal e inovador.
Tinha o humor escrachado do Língua de Trapo. Tinha o Premê, com um lado musical mais desenvolvido. O grupo Rumo, com um lado mais intelectual de pesquisa musical, seja estudando os antigos, seja construindo uma nova forma de canto falado. O mentor Luiz Tatit, a musa Ná Ozetti, e os talentosos músicos que iriam criar posteriormente os mais consistentes trabalhos na área da música infantil, como Paulo Tatit (Palavra Cantada) e Hélio Ziskind (Meu Pé, Meu Querido Pé).
E teve a viola de Passoca, os sons valeparaibanos do Grupo Paranga, o rock dos primeiros integrantes dos Titãs e UItraje a Rigor. Até o Ira! passou por aquele palco, assim como os Inocentes, pioneiros punk de Sampa. E tinha o instrumental do Pau Brasil, do Nelson Ayres, o piano de Amilson Godoy, o trombonista Bocato, o percussionista Zé Eduardo Nazário, o multi Skowa, os latinos Raíces de America, as cordas do Duofel.
Um dos fundadores do Lira, Riba de Castro, está finalizando um documentário sobre este redemoinho musical que marcou a música dos anos 80 e influencia até hoje um monte de gente pelo Brasil. São dezenas de entrevistas com músicos, produtores, jornalistas, críticos e os ex-sócios da empreitada. Não sei como Riba dará conta de resumir tudo, mas certamente vem aí um dos mais importantes documentos da moderna música popular brasileira. Quem viver, verá. Quem viveu, reverá!
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Mais uma garimpada na rede
De uma entrevista de Chico César ao jornal O Povo, em 10 de novembro de 2006:"Tem um disco lindo chamado Cabelos de Sansão, do Tiago Araripe, que já ouvi muito com Zeca Baleiro. Pena que não tenho CD disso, nem sei se saiu, e não posso mais ouvir. Esse disco é uma pedrada, antecipou muita coisa que nós e outros nordestinos faríamos depois. Grande Tiago..."
Graças a Zeca Baleiro, Rossana Decelso e à Saravá Discos, Chico César pôde ter o CD e voltar a ouvir Cabelos de Sansão... Muita gente também.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Catada na rede
Encontrei esta nota por acaso, na internet. Mais um ponto de vista (ou de audição) do disco Cabelos de Sansão.E mais uma reflexão a respeito do tempo e da transformação...
Quando leio coisas assim/ é como se me visse/ além de mim.
Tiago Araripe
segunda-feira, 6 de julho de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
No Guia da Vila Madalena


Cabelos de Sansão, de Tiago Araripe
Tiago Araripe, que viveu durante muitos na Vila Madalena, se apresentou no dia 10 de março no pequeno palco da Fnac Pinheiros para o lançamento em CD do seu LP Cabelos de Sansão, lançado em 1982. Quando ele ainda morava aqui no bairro, se apresentava regularmente no Teatro Lira Paulistana, local que fez história no cenário musical dos anos 1980 e neste ano completaria 30 anos. Quem se empenhou para tornar realidade o CD foi o cantor Zeca Baleiro que resolveu relançar Cabelos de Sansão pela sua gravadora, a Saravá Discos. Ele fez a apresentação do CD: “Quando escutei o LP do Tiago Araripe, percebi uma sonoridade incomum, de cara prendeu minha atenção, assim como a voz aveludada do cantor”. Zeca Baleiro também participou do show de Tiago Araripe na FNAC.
Os longos cabelos daqueles anos 1980 ainda resistem na capa e Tiago Araripe, hoje mais calvo, mora e trabalha com publicidade em Recife (PE). O show foi uma oportunidade para os amigos e companheiros dos tempos do Teatro Lira Paulistana se encontrarem. Além do show, o lançamento do CD foi uma grande oportunidade para os amigos se reencontrarem depois de algum tempo. José Luiz de França Penna, colaborador do GUIA DA VILA MADALENA, hoje vereador de São Paulo e também parceiro de Tiago Araripe em ‘A Pororoca Vai Pegar Fogo’, o cineasta Hermano Penna entre outros, estiveram presentes no show que teve ‘Asa Linda’ (Little Wing, letra e música original de Jimi Hendrix na versão do poeta Augusto dos Anjos). “É muito importante voltar à São Paulo para lançar este meu trabalho”, afirmou Tiago Araripe.
terça-feira, 31 de março de 2009
Resumo da ópera
FORTALEZA
(Vídeo: Cena 7 Produções Audiovisuais)
RECIFE

CRATO
(Foto: Alemberg Quindins)

SÃO PAULO
(Fotos: Sergio Polignano)

Felipe Vagner, Felipe Avila, Tiago Araripe, Cid Campos, Pedro Cunha.

Tiago e Zeca Baleiro.
sexta-feira, 20 de março de 2009
Mais cenas do lançamento em São Paulo
Fotos: Sérgio PolignanoMomento do bis: Felipe Vagner, Felipe Avila, Zeca Baleiro, Tiago Araripe, Cid Campos e Pedro Cunha.

Participantes do LP e do CD Cabelos de Sansão: Zeca Baleiro (Saravá Discos), Wilson Souto Júnior (Lira Paulistana), Felipe Vagner (arranjos e flautas), Felipe Avila (Sexo dos Anjos, arranjos, violão, guitarra), Riba de Castro (Lira Paulistana), Suzana Salles, Tiago Araripe, Cid Campos (Papa Poluição, Sexo dos Anjos, arranjos, baixo, craviola), Passoca (vocais) e Sergio Polignano (fotomontagem do leão da capa).
Suzana é uma virtual integrante dos vocais do disco. Só não participou por não estar em São Paulo no período das gravações. Mas às vezes até consigo ouvi-la nos coros.
Hermano Penna (diretor de Sargento Getúlio), Tiago, José Luiz Penna (Papa Poluição e parceiro em Quando a pororoca pegar fogo), Wilson Souto e Riba de Castro.
Reencontro com Beto Carrera (Papa Poluição).






